Meu nome é Lidson Rocha e hoje nasce a Atlas.
Na prática, a Atlas é uma empresa que representa a forma como eu penso negócios, marketing e design. Ela não nasce para vender promessas, mas para mostrar visão, processo e responsabilidade. Sempre acreditei que ferramentas são meios, não fins. O meu foco sempre foi usar aquilo que está disponível para entregar aos meus clientes o resultado que eles realmente precisam.
Resultado, pra mim, é o que importa.
Estética sozinha não sustenta negócio. Ela precisa servir a um objetivo. No fim das contas, é o desfecho que valida todo o caminho.
Trabalho com design desde muito cedo. Ainda criança, quando meu padrasto me apresentou ao mundo da venda de DVDs e CDs, eu já era responsável por criar artes de filmes e cantores da região onde eu morava. Com o tempo, fui juntando tudo o que aprendia e evoluindo minhas criações usando os programas que hoje são amplamente conhecidos.
Em determinado momento, fiz uma escolha consciente: sair da pirataria — especificamente do ecossistema Adobe — e me dedicar a softwares open source ou de uso livre, como o GIMP e o Inkscape. Essa decisão não foi apenas técnica, foi ética.
Ainda assim, nunca fui do tipo que acredita que o software muda tudo. Não sou apegado a ferramentas. Embora eu me identifique muito com a comunidade open source, mais do que com qualquer outra, o que realmente valorizo é a criatividade humana. As ferramentas são importantes, sim, mas são pessoas que criam oportunidades — para pequenas e grandes empresas.
Além disso, sou apaixonado por criação de músicas eletrônicas, audiovisual e pelo conhecimento que vai além do óbvio, além do que normalmente é ensinado ou repetido.
Por isso, Atlas faz sentido.
Atlas sustenta. Aguenta peso por longos períodos. Não some quando fica difícil. Representa persistência, compromisso e a decisão consciente de não desistir no meio do caminho.
Atlas é, antes de tudo, quem eu sou.
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